Aí essa maldita mania que tenho de criar expectativas sobre as pessoas. É óbvio que elas vão me magoar. Também, coloco todo mundo num pedestal, e crio uma áurea de perfeição sobre cada nova pessoa que entra na minha vida, que, inevitavelmente, elas vão vacilar. E a culpa não é delas. Ninguém é bom o tempo todo. Nem eu. É justo transferir a culpa das minhas ilusões para quem não tem obrigação nenhuma de ser perfeito? Lógico que não. Eu que preciso parar com essa bobeira de querer que todo mundo seja exatamente do jeito que eu quero. Ninguém será. Todo mundo tem seus monstros internos e sua complexidade. Só preciso organizar melhor minhas prioridades e entender por quem realmente vale a pena me chatear e quem merece continuar seguindo comigo na caminhada. São as escolhas que me definem. Chegou a hora de escolher ser menos rancoroso e mais leve.

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Sobre o Autor

Luiz Felipe Paz, pagodeiro por profissão e amante da música por necessidade. Fã da sinceridade e da vontade de vencer. 27 anos de histórias, momentos e memórias cercadas de amigos. Mineiro, nascido em Uberlândia, sotaque puxado e a tranquilidade de alguém do interior. Disseminador do amor e do bem.

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