Mesmo quando empata, há sempre um critério para te tornar perdedor ou vencedor.

Pelo espanto do Nocaute, pelo certo, o ideal para alguns, é não ser competidor e aprender com quem compete. Viver de platéia e, sem riscos ou feridas, não entrar nessa onda. (oh, povinho sem emoção…)

Perceba como se batem, se colocam no vitimismo e querem do outro um calor que não lhes convém os de paixão vulgar com arquétipos de eternidade! Mal vivem bem para si e querem do outro o mais tenro olhar, o melhor aroma, a melhor poesia e não recebem. Talvez falte-lhes aquele ‘ziriguidum’, aquela emoção da entrega no olhar, aquele calor dos beijos intermináveis de adormecer os lábios mordiscados de desejo. Mas o que rola é o desnecessário quando se tem tudo. Competir contra querendo a mesma coisa, estando no mesmo time, sorrindo o mesmo sorriso… aí é burrice.

Entra no jogo e fica no mesmo time! Felizes são os casais e amigos que competem a favor do futuro.

‘Amor é prosa, sexo é poesia’, disse Rita Lee sobre a eternidade.

Aquilo que foge dos 05 sentidos pode não ser verdade.

Pega a visão e desapega.

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Sobre o Autor

Daniel Silveira

Baiano. Além de publicitário, é músico vocalista e multi-instrumentista autodidata, escritor e engajador de Projetos culturais e business. É autor do livro Enquanto Houver Poesia, e atualmente dedica-se a disseminar atividades publicitárias, reflexões literárias e apresentações musicais Brasil adentro.

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